A política dá ao ser humano novos contornos
Nova voz,falsa criatividade
Dá e retira posses,virtudes
Controla vicios
Não importa a natureza da política
Seja ela de econômica,social
Ou até a mais invisível delas
A política induz às máscaras
Aos gestos exagerados
Às falas vazias
Às falácias impróprias
A política trafega entre todos
No momento de mentir,de falar a verdade
De livrar a cara
A política decepciona,enraivece
Cria mecanismos de duração curta
Quatro,cinco anos
A política faz o bom parecer obsoleto
O mau parecer o mais indicado
Faz com que as cortinas se abram
Para uma nova encenação
À qual a platéia ri,chora quando assiste...mas não acredita
Ninguém sobrevive às garras impiedosas do favorito
Do preferido,que aguardava sua vez
Desde a eleição passada
Basta estar de pé
Em frente aos domínios da política
E perceber os sábios andarem
Perdidos e desmpregados
Nas mãos o diploma,o certificado
O deseepero
Os olhos atentos a qualquer movimento
À espera de um sinal de fôlego
Um aceno,um chamado
E volta após algumas horas
A sentar-se tristemente no banco da praça
Ao ver seu lugar ocupado
Pelo antigo estúpido
Que no primeiro de janeiro
Ganhou ares de favorito.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
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