Um tapa na mão
Um cuspe na cara
Vale a mesma coisa
Quando o assunto é cumplicidade
Por mais que a razão resida ao lado
Ela se esvai como espuma
E não pode ser recuperada
Toda uma série de palavras
Que são ditas e jogadas no veto
Forte e de chuva iminente do verão
Retornam sempre que o dia escurece
E traz de volta a mágoa de um único momento
Não se trata de uma disputa,nem de um jogo baixo
É apenas um momento de desespero
No qual pode-se jogar uma vida fora
Sem ter a exta noção do impulso
Nenhum dos lados é poupado
Nenhum estilhaço desperdiçado
Surge um fruto podre,azedo
Que estará sempre presente
Conforme o momento permita.
domingo, 1 de março de 2009
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